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  • Uma Mulher, Alucinadamente Feliz. #Diainternacionaldamulher


    Olá Leitores!
    Comemoramos hoje o Dia Internacional da Mulher. #ParabénsMeninas!
    E a Editora Intrínseca nos propôs o desafio de falar um pouco sobre alguma escritora notável.
    Dentre as diversas opções, escolhi uma que me surpreendeu e me ensinou bastante.
    Apresento-lhes: Jenny Lawson

    Jenny Lawson é autora best-seller do The New York Times e criadora do The Bloggess, blog que a tornou amplamente conhecida pela maneira franca de falar sobre seus dilemas com a depressão e os distúrbios mentais. Alucinadamente feliz é seu segundo livro e foi publicado pela aqui no Brasil pela Intrínseca.
    Nesta obra, conhecemos um pouco sobre a história de vida de Lawson, desde consultas a psiquiatras, encontros, viagens, desejos, relacionamento familiar, construção do livro e a forma como sua vida mudou ao longo dos anos. Mas o que realmente desperta a atenção é a opção de vida que ela fez: Escolheu ser feliz, mesmo diante de todos os problemas e adversidades.

    Jenny possui uma série de transtornos mentais que influenciam fortemente suas ações e rotina. Poderia ter deixado que essa condição a afetasse ou fizesse com que desistisse de viver, mas não. Como uma incrível mulher, ela foi forte e fiquei realmente fascinada pela mente de Jenny: Frenética, às vezes confusa, às vezes coerente, mas totalmente desafiadora. Afirmo uma grande experiência acompanhar as vivências e como ela escolheu lidar com isso. Em muitos momento dei altas risadas, mas em outros senti um aperto no coração ao saber destalhes de sua história, mas acima de tudo, a admiração que passei a ter por esse mulher ficou em minha memória.

    Além disso, absorvi valiosos ensinamentos que levarei para a vida toda! E decidi compartilhá-los com vocês =)

    05 coisas que aprendi com Jenny Lawson:

    01 - Me aceitar como sou. Com todos os meus defeitos, falhas, limitações, virtudes e sonhos. Se eu não acreditar em mim, quem mais acreditará?

    02 - Você é único. Mesmo com um mente perturbada ou com diversos problemas e a forma como você vai lidar com isso é o que define o tipo de pessoa que você vai ser.

    03 - "Você aprende a reconhecer que o que faz você feliz é muito diferente do que as pessoas dizem que deveria fazer você feliz. Você aprende que não há problema em preferir a sua ideia particular de paraíso(...) E há algo surpreendentemente libertador nisso."

    04 - Tenha pessoas queridas ao seu lado. Cuide de você mesma. Não desista dos seus sonhos. Encare situações difíceis, por mais medo que você tenha. Conte sempre com bons amigos e ame e proteja os animais. Especialmente os gatos.

    05 - "Seja feliz na frente das pessoas que detestam você. Assim, elas saberão que não a afetaram. Além do mais, vão ficar putas da vida".

    Por esses e por outros motivos escolhi Jenny Lawson como representante dessa data tão importante e simbólica. Espero que assim como eu, você possa conhecer e aprender com essa guerreira nada convencional.

    Aproveito para apresentar o seu livro: Alucinadamente Feliz.

    Sinopse: Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade. É por meio das situações mais inusitadas que a autora consegue encarar seus transtornos de forma direta e franca, levando o leitor a refletir sobre como a sociedade lida com os distúrbios mentais e aqueles que sofrem deles, sem nunca perder o senso de humor. Jenny parte do princípio de que ninguém deveria ter vergonha de assumir uma crise de ansiedade, ninguém deveria menosprezar o sofrimento alheio por ele ser psicológico, e não físico. Ao contrário, é justamente por abraçar esse lado mais sombrio da vida que se torna possível experimentar, com igual intensidade, não só a dor, mas a alegria.
    Gostaram?
    Conheciam a  Jenny Lawson?
    Qual escritora você escolheria para representar a importância do Dia Internacional da Mulher?
    Comentem!

    Abraços e até mais.

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