Resenha: A Linha

Autora: Teri Hall
Editora: Novo Século
Páginas: 248
Sinopse: Rachel vive com sua mãe na Propriedade. O lado bom é que o lugar fica longe da cidade, onde o governo opressivo é mais atuante. O lado ruim, pelo menos para a maioria das pessoas, é que fica perto da Linha – uma porção intransponível do Sistema de Defesa das Fronteiras Nacionais, uma barreira invisível que circunda todo o país. Ela pode ver a Linha através das janelas da estufa, mas está proibida de se aproximar dela. Apesar de Rachel ter ouvido incontáveis rumores sobre os perigos que existem do outro lado da Linha, ela nunca acreditou de fato neles. Até o dia em que ouve uma gravação que só poderia ter vindo de lá. É uma voz pedindo socorro. Quem enviou a mensagem? O que sua mãe estará escondendo? E até onde Rachel irá para fazer o que acha que é certo? 

Eu descobri A Linha num grupo do Facebook que participo, que é especialmente para a discussão de livros distópicos. Demorei um pouco para tê-lo, mas finalmente consegui graças a troca no skoob \o

Julgando pela capa: se não tivessem me dito que o livro trata-se de uma distopia, ele iria passar batido por mim. A capa me dá um ar de suspense no estilo Cuco - resenha aqui - não apostaria nada que o livro seria sobre esse tema/gênero.

Rachel mora com sua mãe Vivian na Propriedade da Sra. Moore, ambas trabalham para ela junto com Jonathan um outro funcionário da Propriedade.

A Propriedade fica afastado da cidade grande, do comércio e claro, das pessoas. Ao mesmo tempo longe, ela está perto da Linha. Essa Linha foi criada pelo Estados Unificados, para proteção contra a Guerra Nuclear que se teve no passado, quem estava dentro da Linha eram os que estavam protegidos. Mas ainda há grupos fora da Linha, e eles são considerados os Outros, os Sobre-humanos, os Vilões.

Rachel foi educada por sua mãe, pois ela não tinha acesso a escola, então ela aprendia como realmente funciona o Governo que existe no E.U - Estados Unificados - ela tinha acesso as verdadeiras histórias, mas como? Esse é um dos mistérios que vai se levando até o final do livro, quando Vivian começa a explicar que de fato ela é uma pedra no sapato do Governo, assim como seu esposo falecido, Daniel.

O começo do livro é chato pra mim, ele começa contando como é a vida na Propriedade, nada de especial. Mas depois que Rachel vai questionando sua mãe e até mesmo a Sra. Moore, as coisas ficam interessantes até que Rachel descobre uma gravação na Propriedade, de pessoas da Linha.

Sem nenhuma novidade até agora, segredos, guerra, opressão, pode parecer que seja só mais uma distopia qualquer. Mas teve três pontos que me fizeram gostar do livro: - narração em terceira pessoa, não cita a idade de Rachel durante a estória, mas pelas atitudes e pensamentos que ela tem no enredo eu a considero com 14 anos, ela muito infantil, então graças a Teri esse livro não foi narrado por um personagem desse tipo, senão ficaria muito mais muito chata a leitura; - sem romance, a política, o governo, a opressão foi o tema por completo no livro, do começo ao final, por mais que eu adore um romance nesse meio, eu me vi gostar de qualquer jeito e por último - bem desenvolvido, pode ver que o livro é curto, a fonte dele é grande, a leitura é rápida demais, mas deu pra aproveitar bem esse primeiro livro da Trilogia, ele é explicativo tanto politicamente quanto dos personagens, ele não é um livro de ação, mas é um livro que é pra te deixar aflita com as descobertas dos segredos e passados.

O desfecho do livro foi o ponto mais alto da minha aflição. A personagem que eu pensei que seria desnecessária no livro tem um passado que influência a Rachel a tomar seu rumo, e esse rumo eu tenho que dizer que foi corajoso por ser uma personagem que eu considero infantil. O final não parecia ser um final de um livro e sim de um capítulo e quando percebi que era o fim do livro mesmo eu entrei em pânico. Sim, em pânico.


A Linha é o primeiro livro da Trilogia, o segundo é o Away ainda está sem data de lançamento pela Novo Século.

- nathália

12 comentários

  1. Não conhecia o livro, ótima resenha.
    Bjs
    http://eternamente-princesa.blogspot.com.br/

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  2. Não conhecia o livro, mas parece ser ótimo. Ah, tô seguindo o blog.

    Um beijo, Karine Braschi.
    Geek de Batom.

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    1. Olá Karine, obrigada por seguir, estou retribuindo :3


      - nath

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  3. Oi!
    Já tinha visto e ouvido falar do livro, mas não me parece ser o meu tipo de livro :/
    Parabéns pela resenha.

    Abraços,
    Marinah | Blog Marinah Gattuso

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  4. Quando vi o livro achei que era nacional só no final de sua resenha notei que não por conta da capa do outro livro. Estou lendo uma distopia e fiquei curiosa quanto a história. Essas distopias são bem criativas né, essa não parece ficar longe e gosto de livros rápidos sem muito lenga-lenga. Se um dia eu der de cara com ele vou pensar em ler.

    Abraços,
    Raquel.

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  5. O livro também passaria super batido por mim, porque a capa é feia, sinceramente não é uma capa que chama atenção nem um titulo. Mas parece ser um livro bom!

    Beijos, mais beijos e abraços do Igor ~ www.7hings.com.br eeeeeei te espero lá..!


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    1. Somos dois, a capa não me chamou atenção em nada mas ela tem sentido na estória :3 iuhauiehauie

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  6. Esse livro parece ser bem legal!! Sem contar que adorei a capa! =)

    beijos
    Kel
    http://porumaboaleitura.blogspot.com.br/

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  7. Parece ser muito bom, e a capa dá um ar de "Revista de Arquitetura"! KKKKKKKKKKKKkjsfdf Mas parece ser legal mesmo. Adorei a resenha.

    Beijos,
    http://a-song-of-fire.blogspot.com.br/

    P.S.: A capa de "Away" é mais legal. ú_u

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    1. prefiro a primeira u-u IHAIEAHIKELASDS

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  8. Anônimo11:22

    adorooooooo

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  9. Anônimo11:24

    kkkkkkkkk

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